
numa criança,
no seu calor,
na sua esperança.
E ela, na sua inocência,
Brinca e salta
e corre e sonha,
num mundo que existe à parte,
num mundo de felicidade.
Às vezes imagino o Sol,
A brilhar e a alegrar,
E um rebento da vida humana,
Por baixo de si a cantar.
E então,
Paro de imaginar.
E aí percebo,
Que estive a relembrar,
Que me estive a recordar:
Da minha alegre infância,
Da minha vida de criança.
Ricardo Correia
1 comentário:
adorei o poema!
o desenho já conhecia do msn.
n sabia q gostavas dessa música, nunca diria :D é bom descobrir coisas novas sobre os amigos :D
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